RMA-Arq

No âmbito da criação da Rede de Museus do Algarve, em 2007, foram sendo criados vários grupos de trabalho, entre os quais, o grupo RMA-ARQ.

O grupo RMA-ARQ conta neste momento com a participação de técnicos de arqueologia dos municípios de Alcoutim, Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Faro, S. Brás de Alportel, Loulé, Albufeira, Lagoa, Silves, Portimão, Vila do Bispo, Lagos, Monchique e Direcção Regional de Cultura do Algarve.

As reuniões do grupo RMA-ARQ são efectuadas três a quatro vezes por ano. Por um lado, este espaço de trabalho permite veicular a informação emanada do grupo RMA. Por outro lado, possibilita a troca de informação relacionada com a Arqueologia, auscultar as necessidades formativas dos seus membros e estabelecer projectos de futuro.

Assim, no âmbito dos encontros “Os técnicos dos Museus encontram-se” foram promovidas duas sessões de trabalho. A primeira, subordinada ao tema “Estruturas arqueológicas musealizadas – problemas de conservação”, possibilitou a reunião de Arqueólogos e Conservadores-Restauradores em torno de um problema comum a muitos museus da região, a conservação de estruturas arqueológicas musealizadas. A segunda acção, “Registo, levantamento e Inventário de espólios arqueológicos. Conceitos e Prácticas” permitiu conhecer as metodologias utilizadas pelos diversos museus da região no que ao inventário dos espólios arqueológicos diz respeito.

No âmbito da Qualificação Técnica foram promovidas acções relacionadas com a “Gestão de lugares arqueológicos museografados: políticas, estratégias e práticas de gestão e equipamentos museografados” e, com os novos sistemas de informação geográfica, “Sistemas de Informação Geográfica – Iniciação ao Quantum GIS” e GPS”. No âmbito da fotografia foram efectuadas duas acções, a primeira subordinada ao tema “Fotografar Património” e, a segunda “Perspectivas fotográficas de sítios, monumentos e paisagens arqueológicas” .

Além das acções acima descritas, o grupo levou a cabo um projecto de maior vulto decorrente da necessidade de conhecer a situação dos espólios arqueológicos no Algarve. O projecto, cuja premissa era a de possibilitar uma reflexão sobre boas práticas de conservação e gestão de vestígios arqueológicos incluídos em equipamentos culturais, passou pela elaboração de dois inquéritos, um destinado aos museus da rede, o segundo, às empresas de Arqueologia, O primeiro destes inquéritos encontra-se concluído.

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